Resenha: Cidades de Papel - John Green

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"Basta lembrar que, as vezes a forma como você pensa sobre as pessoas não é a maneira como elas realmente são." (John Green)


     Sinopse:  Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.



     Hoje eu vou falar pra vocês sobre Cidades de Papel de JohnGreen, não é um dos primeiros livros que leio dele, porém a cada livro ele me surpreende mais com essa capacidade magnífica de nos atrair em cada página.

Cidades de Papel conta a historia de Quentim, um garoto que está em seu ultimo ano do ensino médio, e é apaixonado por sua vizinha, que segundo ele, é o seu milagre: Margo Roth Spielgman, a garota mais popular da escola.

“Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por um raio, nem ganhar um premio Nobel, nem ter um câncer terminal de ouvido. Mas, se você levar em conta todos os eventos improváveis, é possível que pelo menos um deles vá acontecer a cada um de nós. Eu poderia ter presenciado uma chuva de sapos. Poderia ter me casado com a rainha da Inglaterra ou sobrevivido meses à deriva no mar. Mas meu milagre foi o seguinte: De todas as casas em todos os condados da Flórida, eu era vizinho de Margo Roth Spielgman.”

     Eles se conhecem desde que tinham dois anos de idade. Um dia aos 10 anos, os dois encontraram um cara morto em um parque, quando andavam de bicicleta. Margo disse a Q que os fios do homem haviam se arrebentado, e ele nunca se esquece disso. Com o tempo Margo e Q seguem por caminhos diferentes, mas os dois sempre se lembram daquele homem.

Anos depois, Margo aparece na janela de Q o convidando para uma aventura, e claro ele aceita. Os dois invadem o SeaWorld, deixam três bacalhaus de presentes para alguns amigos de Margo, visitam SunTurst  e depilam a sobrancelha de Chuck. No SunTrust, os dois observam quase toda cidade de papel que Orlando é. Chegando em casa Q percebe que aquela foi a melhor  noite da sua vida.
Margo no outro dia some, porém não é a primeira vez, e ela sempre deixa dicas de onde foi para alguém, seja em uma sopa de letrinhas ou em um comentário anônimo na internet. Depois de uns dias, Margo não aparecem e todos começam a ficar preocupados, e Q resolve investigar o paradeiro dela.



"Nunca consegui deixar de pensar que ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um."

     Durante suas investigações, Q busca por Cidades de Papel e locais abandonados. Isso nos leva a querer investigar também e saber onde Margo está, porém Q já desconfia de onde ela se encontra, e sai em busca junto com Lacey, Bem e Radar.

Jhon deve ter se cansado um pouquinho pesquisando para escrever esse livro. Cidades de Papel tem de tudo romance, aventuras, festas e papais noeis negros, se encaixando perfeitamente e rendendo um ótimo livro.

      O livro mostrou como pessoas são apenas... pessoas. Que não devemos olhá-las como um espelho, mas sim como uma janela. Gosto muito como os livros de Jhon Green tem essa capacidade reflexiva, e o fato de ele nos fazer querer ler mais a cada pagina, de uma forma divertida e atraente, sem ficar tedioso, nos segurando até o final da historia. Acredito que vocês irão gostar tão quanto como eu desse livro. Para quem já leu, tem o filme que vale a pena dar uma conferida, assistam o trailer:






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