"Você tem que criar a confusão sistematicamente, isso liberta a criatividade. Tudo o que é contraditório cria vida." (Salvador Dalí)
Mas sabe o que eu sou? Fraco. Isso mesmo! F.R.A.C.O!
E eu tenho vergonha disso e também não compreendo isso. Já tive coragem para realizar inúmeras tarefas que atingiam diversos níveis, mas ir até você está parecendo do nível SUPER-HIPER-MEGA-ULTRA-DIFÍCIL.
Não é medo de um não, Não. Claro que não! Ainda resta-me muita elegância, charme, sensualidade... Epa! Também não é para tanto, o que quero dizer é que, a julgar pelas suas atitudes, teríamos um flahsback, 2, 3... Não sei. Será que teriamos? Será que não? É esse então o meu medo?
Huuum, acabei de descobrir. Obrigado cérebro-coração, por fazerem me passar essa vergonha em rede global, vocês são os melhores companheiros que eu poderia ter e combinam com o todo: eu.
Isso está ficando tão confuso, garanto que quem está lendo esse texto provavelmente deve estar:
1- Achando que eu sou um grande idiota.
2- Rindo da minha cara.
3- Achando que sou confuso.
4- Xingando dizendo que não sei escrever [SÓ NÃO XINGUE A MINHA MÃE!]
5- Desejando fechar essa guia e prometendo nunca mais entrar nesse blog. [NÃO FAÇA ISSO POR FAVOR!]
Prometo que vou ser um escritor melhor a partir de agora, só por causa de você que ficou até aqui e voltando ao assunto principal, mas... do que era mesmo que eu estava falando? [Espere um segundinho que vou voltar acima e recordar o assunto.]
Ah sim, sobre a minha fraqueza, meu medo, sobre o não. Mas o que é um não? A junção de um ene, um á, um til, e um ô. Somente isso e porque eu temo essas três letrinhas e uma acentuação gráfica. Não sei. Você deve estar dizendo, para não cogitar, que esteja gritando: "Que idiota, um não nesse sentido é muito maior que apenas uma junção de letras.", sim caro leitor, eu concordo com você, mas a vida é um jogo de sorte e como todo jogo de sorte, você deve apostar, se arriscar. Olhe pelo lado bom, não é a sua vida que está em jogo, é apenas um arranjo sentimental, você não vai morrer se perder, então, vale a pena tentar.
Bem, sinto em lhe informar, esse texto vai ter que acabar aqui, porque decidir levantar dessa cadeira, sair da frente do computador e me arriscar. Perdoe-me por deixá-lo só no meio do texto e por não esclarecer diversas coisas. Mas não se procupe, encontro você nos próximos textos.
Eu encontrarei você não é?



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